Ácidos fenólicos como antioxidantes

RESUMO:

Os compostos fenólicos têm sido muito estudados devido a sua influência na qualidade dos alimentos. Englobam uma gama enorme de substâncias, entre elas os ácidos fenólicos, os quais, por sua constituição química, possuem propriedades antioxidantes. Assim, a presente revisão procura reunir diversos estudos que avaliaram o potencial antioxidante dos ácidos fenólicos na conservação de alimentos lipídicos. Além disso, são reunidos também estudos sobre à ação antioxidante destes compostos do sistema biológico através da neutralização dos radicais livres gerados no organismo, ques estão associados a diversas doenças como câncer e doenças cardiovasculares.

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A suplementação de creatina prejudica a função renal?

RESUMO:

Enquanto o consumo de creatina por atletas e praticantes de atividade física tem crescido vertiginosamente, os efeitos adversos desse suplemento continuam sendo alvos de calorosos debates científicos, sobre tudo no que se refere à função renal. O objetivo dessa revisão é descrever as falhas metodológicas e lacunas na literatura, que contribuem para advergência do tema. Relatos do caso sugerem que a creatina é um potencial agente nefrotóxico. Em contrapartida, estudos longitudinais, embora possuam diversas limitações, indica o oposto. Pesquisas com humanos não demonstram efeitos deletérios da suplementação de creatina à função renal, porém a falta de controle experimental e o carater retrospectivo da maioria delas comprometem às conclusões dos autores. Já os estudos esperimentais com ratos empregam bons marcadores de função renal e possuem controle de variáveis satisfatórios. Contudo, os resultados destes são contaditórios. Estudos futuros devem investigar os efeitos da suplementação de creatina em diversas patologias renais, assim como em idosos, diabéticos do tipo 2 e hipertensos, cuja propensão a nefropatia é bem descrita. Não há evidências de que a suplementação de creatina prejudica a função renal em sujeitos saudáveis, quando consumidas na dosagem preconizada. Diante disso, questiona-se legitimidade científica da proibição do comércio de creatina no Brasil.

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Capacidade antioxidante de frutas

RESUMO

Extrato aquoso e acetônico de 15 frutas foram submetidas a ensaios para investigar a habilidade de sequestrar o radical estável 1,1-difenil-2-picrilhidrazil (DPPH) e a capacidade de inibir a oxidação em sistema modelo β-caroteno/ácido linoléico. Todas as frutas exibirão propriedades antioxidante, entretanto a ação foi diferenciada ente elas. O extrato aquoso da acerola, cajú, mamão “Formosa”, mamão Havaí, laranja Pêra e goiaba foram os mais eficazes (superior a 70%), enquanto que o do abacaxi, laranja cravo, manga Rosa, melão Espanhol, melão Japonês, melão Orange Flesh e pinha apresentaram ação moderada (60-70%) e o da manga Espada e melancia exibiram a mais fraca capacidade de sequestrar o radical DPPH. Os extratos acetônicos da acerola, caju, pinha e goiaba exibiram uma forte capacidade de sequestrar o radical DPPH (superior a 70%). Em sistema modelo β-caroteno/ácido linoléico, o extrato aquoso da pinha e o acetônico da goiaba exibiram moderada capacidade antioxidante (60-70%) enquanto que a acerola (estado aquoso) e o mamão Formosa (extrato acetônico) os menores percentuais. Frente à capacidade antioxidante exibida, as frutas podem ser apontadas como fontes de antioxidantes naturais, destacando-se a acerola, caju, mamão Formosa, mamão Havaí, goiaba, laranja Pêra e a pinha por terem apresentados uma potente capacidade antioxidante.

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Biodisponibilidade de vitaminas lipossolúveis

RESUMO:

O termo biodisponibilidade representa a parte do nutriente ingerido que tem o potencial de suprir as demandas fisiológicas em tecidos alvos; por definição, não corresponde, na maioria das vezes, à quantidade ingerida. Apesar da concordância entre alguns pesquisadores no que se refere ao conceito de biodisponibilidade, vários termos são comumente utilizados em trabalhos científicos como sinônimos desse, em função das peculiaridades dos métodos empregados na sua determinação. Estudos de balanço, relação dose-efeito e uso de isótopos são alguns dos métodos mais comumentes utilizados para determinar a biodisponibilidade de vitaminas. Tais metodologias, além de avaliar a biodisponibilidade do nutriente, deve tanto quanto possível procurar elucidar ou levar em consideração os fatores que interferem na sua absorção e utilização. Dentre esses fatores, estão a interação com outros nutrientes ou componentes da dieta e as condições fisiológicas dos organismos submetidos ao estudo. As vitaminas lipossolúveis, devido ao seu metabolismo complexo, diversidade funcional e mecanismo de absorção relacionado a lipoproteinas, apresentam alguns problemas específicos no que se refere à avaliação de sua biodisponibilidade em alimentos ou dietas, necessitando, por ocasião dos ensaios, de um criterioso planejamento e análise de resultados. Dessa forma, ressaltaram-se nesta revisão, alguns aspectos importantes com relação à biodisponibilidade das vitaminas lipossolúveis, como: diversidade de termos usados, metodologia para avaliação, fatores que interferem na absorção e utilização, entre outros, visto que a avaliação da biodisponibilidade de algumas vitaminas lipossolúveis ainda não possuem métodos validados, gerando uma grande variação nos resultados obtidos nas pesquisas realizadas nesta área.

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curso inédito em BH – Imperdível!

Galgani, uma das mais conceituadas farmácias de manipulação, traz para BH o curso inédito de Nutrição Ortomolecular ministrado pelo Dr. Artur Lemos.

Este curso tem como objetivo, montar protocolos com formulações personalizadas para as doenças de acordo com os nutrientes e condutas nutricionais (macro e micronutrientes) capazes de acelerar a recuperação em Doenças Crônicas dentro dos princípios da prática ortomolecular.

Data: 26/03/2011 Horário: 8 às 18h VAGAS LIMITADAS!

SAIBA MAIS SOBRE A PROGRAMAÇÃO:

CURSO NUTRIÇÃO- GALGANI[1]