ZIAM

É um amido resistente, ideal para ser incorporado nos alimentos.
Dosagem usual: 5g a 10g ao dia

O amido é composto por dois tipos de polissacarideos, amilopectina e amilose. O primeiro é altamente ramificado, favorecendo a área de superficie disponível para ação das enzimas envolvidas na digestão. Por essa razão, a amilopectina é quebrada rapidamente e produz um grande aumento na glicemia e, consequentemente, a liberação rápida de insulina. Já a amilose é uma cadeia linear, que limita a área de superficie da molécula disponível para digestão, portanto alimentos ricos em amilose são digeridos mais lentamente, consequentemente, diminuem os picos glicêmicos e a resposta insulinêmica pós-prandial. Dessa forma, os amidos podem ser divididos em amidos rapidamente digeríveis (ARD), amidos lentamente digeríveis (ALD) e amido resistente (AR).

O AR é definido por resistir à ação enzimática, sendo grande parte não digerida no intestino delgado, atingindo o cólon, onde é fermentado pelos probióticos caracteristicos dessa porção intestinal, portanto é considerado um prebiótico.

O ZIAM é classificado como amido resistente tipo 2, derivado do amido de milho rico em amilose, que oferece os benefícios das fibras solúveis, por ser considerado um prebiótico, e das fibras insolúveis, por aumentar o bolo fecal, estimular o peristaltismo e ser insolúvel em água. Apenas 40% da sua estrutura é digerida lentamente no intestino delgado, enquanto 60% são fermentados pelas bactérias do cólon, por tempo prolongado, libera ácidos graxos de cadeia curta (AGCC) e outros produtos de fermentação (metano, H2m CO2). Oferece 1,6kcal/g. Por possuir esses efeitos é considerado um prebiótico com caracteristicas únicas: modula a microbiota intestinal, interferindo positivamente no metabolismo do hospedeiro, exerce papel fundamental no gerenciamento do peso e na resistência à insulina.

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TAPIOCA COM ZIAM

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Para diminuir a carga glicêmica da tapioca, adicionar de 5 a 10g de ZIAM. BENEFICIOS DO ZIAM – Amido resistente com benefícios característicos das fibras solúveis e insolúveis. – Pode substituir em até 20% as farinhas de trigo, arroz e mandioca nas receitas tradicionais, tornado os alimentos mais saudáveis. – Pode ser adicionado também em alimentos “in natura”, como frutas, sucos, vitaminas. – Pode ser utilizado como agente de consistência em alimentos quando aquecido, como, por exemplo, sopas e caldos, mantendo todos os benefícios. – Promove diminuição da carga glicêmica dos alimentos. – Não altera o sabor, cor, aparência e textura dos alimentos. – baixo teor de calorias. – favorece e mantém o intestino saudável, produz alta concentração de butirato. – proporciona saciedade. – Diminui a caloria dos alimentos em até 25%. – Indicado na prevenção e coadjuvante em patologias como disbiose, constipação severa, dislipdemia, resistência à insulina, diabetes, obesidade, entre outras. – Glúten Free. – Mais de 60 estudos comprovando sua eficácia clínica.

ASPECTOS NUTRICIONAIS RELACIONADOS AO CICLO MENSTRUAL

RESUMO

O objetivo da presente revisão é apresentar os principais tópicos discutidos na literatura quanto à associação da nutrição com o ciclo menstrual, contribuindo para a implementação do atendimento nutricional de mulheres.
São revisados aspectos referentes à fisiologia da menstruação, alterações metabólicas durante o ciclo menstrual
e comportamentos alimentares associados a ele. Considerando-se o ciclo menstrual dividido em duas fases, a
folicular e a lútea, é nesta última que são descritas mais alterações, como retenção de água, elevação de peso,
aumento de demanda energética, modificações no perfil lipídico e no metabolismo de vitamina D, cálcio,
magnésio e ferro, hipersensibilidade emocional, dores generalizadas e mudança do comportamento alimentar.
Em relação a este último item, podem ocorrer maior ingestão energética e o desenvolvimento de compulsões
alimentares, principalmente por chocolate, doces e alimentos muito salgados. É fundamental que todos os
aspectos citados sejam investigados durante a consulta nutricional, a fim de serem adotadas condutas mais
específicas.

Biologia molecular aplicada às dermatoses tropicais

Resumo: São apresentados conceitos básicos sobre célula, código genético e síntese protéica, e sobre algumas técnicas de biologia molecular, tais como PCR, PCR-RFLP, seqüenciamento de DNA, RT-PCR e immunoblotting. São fornecidos protocolos de extração de nucleotídeos e de proteínas, como salting out no sangue periférico e métodos do fenol-clorofórmio e do trizol em tecidos. Seguem-se exemplos comentados da aplicação de técnicas de biologia molecular para o diagnóstico etiológico e pesquisa em dermatoses tropicais, com ênfase na leishmaniose tegumentar americana e hanseníase.

Estrias de distensão na gravidez: fatores de risco em primíparas

RESUMO

FUNDAMENTOS: Estrias ocorrem em mais de 70% das gestantes. Elas tendem a se desenvolver a partir da 25ª semana gestacional. Apesar de sua etiologia não ser bem compreendida, aceita-se que a combinação de fatores genéticos com alterações endócrinas e estiramento mecânico da pele tem papel significante. Em função dos diferentes resultados encontrados na literatura, os autores avaliaram os fatores de risco comumente citados com o objetivo de determinar se estão associados com a ocorrência de estrias na gestação.
OBJETIVO: Avaliar em primíparas os supostos fatores de risco para o aparecimento de estrias.
MÉTODOS: Estudo observacional transversal não controlado e descritivo em primíparas. O período avaliado foi de quatro meses (janeiro a maio de 2008), em uma maternidade pública. Foram incluídas 164 primíparas de feto único após 48 horas do parto. Um total de 14 variáveis foi registrado em cada paciente.
RESULTADOS: Das 164 mulheres em estudo, 59,8% desenvolveram estrias durante a gestação. Foi estatisticamente significante a associação entre a faixa etária materna (p < 0,01), o peso materno adquirido durante a gestação (p < 0,01) e o peso de recém-nascido (p = 0,01) com o aparecimento de estrias na gestação. O teste de associação utilizado foi o qui-quadrado.
CONCLUSÃO: As estrias foram mais frequentes em pacientes mais jovens, nas que adquiriram maior peso na gestação e/ou nas que deram à luz bebês mais pesados. Este estudo sugere que a idade materna mais avançada poderia ser um fator protetor contra a presença de estrias na gestação.

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